13 de fev de 2014

Divas do Cinema Antigo

Oi, Beautys!

O post de hoje é longo, portanto peguem seus potes de pipoca e sentem-se para viajar comigo ao mundo do cinema clássico.



Mais uma coisinha sobre mim que vocês não sabiam... A-D-O-R-O cinema!
Aprendi com meu pai a apreciar os clássicos, e é claro, tenho os meus preferidos, assim como as atrizes.
Donas de um talento e uma beleza indiscutíveis, que hoje já não estão mais entre nós, mas que nos presentearam com suas carreiras brilhantes...




A minha diva favorita!
Ruth Elizabeth Davis frequentou a Academia Cushing, atuou no teatro e foi contratada pela Warner em 1930, tendo estreado nas telas no ano seguinte, em A Irmã Ruim .
Tinha 22 anos na época e seu sucesso foi imediato, chegando a participar de nove produções no espaço de 13 meses. Mas o estúdio não lhe reservava grandes papéis e ela rebela-se. Aos 28 anos, é processada pela Warner por exigir seus direitos mas consegue superar a fase ruim e inicia seu maior período no cinema com Jezebel.

A atriz foi presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood e fundadora da Hollywood Canteen. O Oscar ganhou sua designação oficial em 1935 e afirma-se que Bette o batizou. Quando encontrava-se em seu camarim e mostraram-lhe a estatueta, ela olhou para sua parte de trás e achou-a parecida com o traseiro de seu marido, Harmon Oscar Nelson. Bem, aqui está Oscar, sorriu a estrela, ao voltar para sua mesa, no banquete de gala da Academia. Seu marido franziu a sobrancelha, interrogando-a com o olhar. Mas o rumor dos aplausos tornava impossível qualquer comentário. Bette acabava de ser proclamada a melhor atriz do ano. Dei-lhe o teu nome, disse Bette quando serenou a onda de aplausos, não o acha encantador? Harmon, orgulhoso com a vitória da esposa, olhou com admiração a estatueta e murmurou: Muito prazer em conhecê-lo, Oscar! Existem outras versões a respeito do nome, mas esta é a mais conhecida.
Ao longo de 50 anos de carreira, e participação em mais de 100 filmes, Bette foi considerada a melhor, a mais perfeita e completa atriz que surgiu em Hollywood.




Começou como ingênua, aceitou todos os papéis que lhe deram, sem nenhum protesto. Ela queria dominar a técnica do cinema - e dominou.
Seu nome foi reconhecido como legítima estrela das telas ao personificar a garçonete Mildred, em Escravos do Desejo (Of Human Bondage), primeira versão do romance de Somerset Maugham, também com o título de Servidão Humana, rodado em 1934.



Foi contemplada com dois Oscars de melhor atriz: o primeiro em 1935, com Perigosa (Dangerous), e o segundo em 1938, com Jezebel. Vivien Leigh, a Scarlet O'Hara de ...E o Vento Levou, perdeu o Oscar de melhor atriz em 1938 para Bette Davis. Entretanto, Bette desejava ardentemente ser a primeira atriz a ganhar três Oscars e passou o resto da vida tentando, mas Katharine Hepburn bateu esse recorde em 1968. Bette continuou filmando, nunca mais recebeu nenhuma premiação da Academia de Artes e Ciências até o fim de sua vida, mesmo depois que um derrame em 1984 paralisou metade de seu rosto. Apesar dos membros da Academia fingirem ignorar o nome de Bette, seus desempenhos eram tão impressionantes e admiráveis que as indicações eram uma constante. Hollywood poderia ter lhe dado mais vezes o prêmio, a Academia teria ficado engrandecida por isso.
Mas a velhice e a doença não conseguiram eliminar o brilho de seus olhos, transformado em tema de música por Kim Carnes: Bette Davis' Eyes. Em 1962, seu ostracismo era tal que a estrela se viu obrigada a colocar um anuncio no jornal onde mencionava atriz desempregada oferece-se para trabalhar. O resultado foi sua memorável participação em O que Terá Acontecido a Baby Jane? (What Ever Happened to Baby Jane?), ao lado da arqui-rival Joan Crawford. Ela culpou Joan por não ter ganhado seu terceiro Oscar, alegando que a atriz fez um movimento político em Hollywood contra sua atuação. Bette casou-se quatro vezes e adotou duas crianças. Em 1985, Barbara Davis Hyman, filha da atriz, publicou sua biografia ao lado da mãe, onde a descreve como uma mulher egocêntrica, dominadora e altamente neurótica. Na capa do livro, denominado My Mother's Keeper refere-se à biografia como um inocente retrato de sua famosa mãe.


Bette Davis faleceu aos 81 anos, em 6 de outubro de 1989.




Adoro!
Greta Lovisa Gustafson era a mais nova dos três filhos de Anna Lovisa Johansson (1872–1944) e Karl Alfred Gustafson (1871–1920). Seus irmãos, Sven (1898-1967) e Alva Gustafson (1902-1926) também tentaram seguir carreira artística, mas nenhum deles foi tão bem sucedido quanto a irmã mais nova.

Katha (pronuncia-se "kêta") era a forma como sua família e amigos a chamavam na infância e adolescência, porque era assim que Greta Gustafson pronunciava seu próprio nome quando começou a falar.
Após a morte do pai, em 1920, de nefrite, Greta Gustafson decidiu - ou a mãe decidiu por ela - que deixaria a escola. Aos catorze anos, entrou no mercado de trabalho. O primeiro emprego que conseguiu foi como tvålflicka (que significa "moça do creme de barba") numa barbearia na rua Horn; poucas semanas depois, transferiu-se para uma loja maior, na rua Göta, com salário de quatro coroas por semana (cerca de um dólar), mais gorjetas.
As primeiras incursões de Greta no cinema foram em filmes publicitários para lojas de Estocolmo, entre elas a loja de departamentos sueca Paul U. Bergstrom (PUB), na Hötorget Plaza, em 1921, onde trabalhava na seção de chapelaria (emprego arrumado por sua irmã, Alva, que era amiga de uma funcionária da loja). No ano seguinte, ela foi garota-propaganda de um filme publicitário de produtos de padaria da Associação Cooperativa dos Consumidores de Estocolmo. Ambos os filmes foram dirigidos pelo "capitão" Ragnar Ring (1882-1956), ex-oficial da cavalaria e escritor contratado pela PUB para fazer comerciais da linha de roupas femininas.

Como ou porque isso ajudaria a vender roupas da PUB e pães é um mistério, mas o senso de humor sueco é bastante peculiar e, na estrutura simples desses filmes, Greta conseguiu ser engraçada e se fazer notar. E foi assim que a grande atriz trágica estreou, como comediante, no cinema.
Viveu as últimas cinco décadas de sua vida reclusa em seu apartamento de sete quartos na East Side, rua 52, nº 450, em Nova Iorque, evitando a todo custo qualquer tipo de contato com a imprensa, por mínimo que fosse.

Quatro dias depois de ser internada no New York Hospital, na rua 66, por causa de uma pneumonia, Greta Lovisa Gustafson morreu às 11h30 da manhã do dia 15 de abril de 1990, domingo de Páscoa.
Cinco dias depois, era cinzas, e o lugar em que estavam as cinzas ficou em segredo durante algum tempo, até serem transferidas definitivamente para Estocolmo, onde foram depositadas no cemitério Skogskyrkogården.


De um modo geral, nenhum amigo de Garbo sabia muito sobre os outros. Quando falava de planos de viagem ou de qualquer outra coisa, por mais trivial que fosse, raramente deixava escapar um nome. O segredo máximo era reservado aos contatos com Jacqueline Kennedy (1929-1994) que, enquanto primeira-dama, a convidara diversas vezes para eventos sociais na Casa Branca, a maioria delicadamente recusados.
Greta Garbo foi indicada quatro vezes ao Oscar de Melhor Atriz.





Nascida Audrey Kathleen Ruston na capital belga, era a única filha de Joseph Anthony Ruston (um banqueiro britânico-irlandês) e Ella van Heemstra (uma baronesa neerlandesa descendente de reis ingleses e franceses). Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, e Audrey se tornou Audrey Hepburn-Ruston. Tinha dois meio-irmãos, Alexander e Ian Quarles van Ufford, do primeiro casamento da sua mãe com um nobre neerlandês.

Audrey foi considerada, a príncípio, uma garota "alta, ossuda, de pés excessivamente grandes para se tornar uma estrela". Mas Audrey, mesmo vivendo na época em que as baixinhas, de curvas generosas, pés miúdos e olhos claros imperavam, soube usar os seus "defeitos" como seus dons e conquistar o mundo com seu lindo rosto, sua elegância e seus profundos olhos castanhos. Segundo o estilista Givenchy, que era incumbido de vestí-la, Audrey era um ideal de elegância e uma inspiração para o trabalho dele.

Audrey sempre será lembrada pelo filme Breakfast at Tiffany's (1961 - Bonequinha de luxo no Brasil, Boneca de luxo em Portugal) como "Holly Golightly", uma prostituta de luxo que sonhava em se casar com um milionário, papel totalmente oposto ao com que ela foi premiada com o Oscar de 1954, em que vivia "Ann", uma princesa que fugindo de seus deveres reais, se apaixona por um jornalista interpretado por Gregory Peck, em A princesa e o plebeu (Roman Holiday, 1953).


O ator Gregory Peck, par romântico de Audrey no filme A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday, 1953), foi quem a apresentou ao ator Mel Ferrer, que, depois de participar de uma peça com Hepburn, pediu-a em casamento. A atriz contracenou no filme Guerra e Paz (War and Peace, 1956). Os dois fizeram um casal, em que Audrey interpretava uma aristrocrata russa, que se apaixona pelo princípe da Rússia André (Ferrer).
Hepburn casou-se duas vezes, primeiro ao ator americano Mel Ferrer, e logo a um psicólogo italiano Andrea Dotti. Ela teve um filho com cada um – Sean em 1960 por Ferrer, e Luca em 1970 por Dotti. O padrinho de seu filho mais velho é o autor britânico A.J. Cronin, quem residiu perto de Hepburn na Lucerna.
Depois do nascimento dos filhos, abandonou a carreira no cinema. Ao final de sua vida, nomeada embaixadora da UNICEF, trabalhou incansavelmente como voluntária para causas infantis. Hepburn falava francês, italiano, inglês, holandês e espanhol. Havia dúvidas se ela falava espanhol ou não, mas recém descobertas imagens da UNICEF mostram-na falando a língua fluentemente no México. No filme Bonequinha de Luxo, ela é mostrada tentando aprender português, e reclama do grande número de verbos irregulares. Ela diz: "A very complicated language, four thousand of irregular verbs", depois disso, tenta dizer "Eu acho que você está gostando do açougueiro"

De acordo com seu filho Sean, os filmes favoritos dos quais estrelou foram Uma cruz à beira do abismo (por sua mensagem social) e Cinderela em Paris (por ter se divertido muito nas filmagens deste). No entanto, ela havia declarado numa entrevista à Barbara Walters que A princesa e o plebeu era o filme mais querido dela.
Além de um rosto bonito, Audrey era uma mulher humilde, gentil e charmosa, que preferia cuidar dos outros a seu redor do que de si mesma. É considerada a eterna "bonequinha de luxo". Faleceu aos 63 anos, de câncer no apêndice.
Audrey Hepburn se tornou um dos poucos artistas a conseguir ganhar as maiores honras de cada arte hollywoodiana: Tony (teatro), Oscar (cinema), Grammy (música) e Emmy (televisão).

-Todos se lembram de quando Marilyn Monroe cantou parabéns a você para o presidente John F. Kennedy, em 1962. Mas poucos se lembram de que foi Hepburn quem cantou para ele em seu último aniversário, em 1963. 

-O poema favorito de Audrey Hepburn era Unending Love, de Rabindranath Tagore. 
-A diva da ópera Maria Callas adorava o visual de Hepburn e adotou-o para si mesma na década de 1950. 
-Nas décadas de 1980 e 1990, o seriado de televisão favorito de Audrey era L.A. Law. 
-A modelo Kally Michalakif, em 10 de outubro de 2006, relembrou a atriz Audrey Hepburn nas ruas de Nova Iorque, realizando o mesmo trajeto que a atriz, há quase 50 anos, no filme Bonequinha de luxo (Breakfest at Tiffany's, 1961), realizara na frente da Joalheria Tiffany. Na verdade, foi um desfile - a modelo usava um figurino semelhante ao da atriz - que tinha como objetivo promover o leilão de objetos de filmes, e que foi realizado em 5 de dezembro do mesmo ano, na casa Christie's South Kensington, em prol da entidade City of Joy Aid que ajuda pessoas necessitadas na Índia.
-O vestido usado pela atriz no filme Breakfast at Tiffany's foi leiloado em dezembro de 2006 na Christie's, em Londres, por 410 mil libras (800 mil dólares), dinheiro destinado à construção de 15 escolas para crianças indianas pobres.
-Em Gossip Girl, a personagem Blair Waldorf tem Audrey Hepburn como maior ídolo, sempre agindo como se fosse a própria Audrey. 
-Na série Gossip Girl, o 11º episódio leva o nome de Roman Holiday, um dos filmes de Hepburn (br: A princesa e o plebeu / pt: Férias em Roma). 
-No episódio 4 e no episódio 14 de Gossip Girl, a personagem Blair Waldorf faz sua própria versão de cenas do filme Bonequinha de luxo. 
-No ano de 2000 foi lançado o filme The Audrey Hepburn Story, uma homenagem a Audrey que gerou críticas da mídia e de fãs, devido à escolha de Jennifer Love Hewitt para o papel principal. 
-O anime REC, faz muitas referências à Audrey Hepburn, inclusive sua personagem principal (Onda Aka) é sua fã declarada, e sonha em um dia ter uma voz como a dela. Além disso, todos os episódios tem nomes baseados em seus filmes. 


-Em 1993 foi diagnosticada com câncer de apêndice, que espalhou-se para o cólon. Faleceu às 7 horas da noite de 20 de janeiro de 1993, aos 63 anos.





Filha de pais estadunidenses, mudou-se para os Estados Unidos em 1939. Começou a carreira cinematográfica ainda criança, quando foi descoberta aos dez anos. Contratada pela Universal Pictures, filmou There's One Born Every Minute, mas não teve o contrato renovado. Assim como o amigo pessoal Mickey Rooney, revelou talento participando de filmes infanto-juvenis, como na estréia em 1943 num pequeno papel da série Lassie. 

A partir de então, apaixonou-se pela profissão e permanecer no estúdio tornou-se o maior sonho.
Evoluindo como atriz talentosa e respeitada pela crítica, nos anos 50 filmaria dramas, como Um lugar ao Sol, com o ator Montgomery Clift; Assim Caminha a Humanidade, com Rock Hudson, ambos atores homossexuais e dos quais se tornou grande amiga. Nessa década faria ainda A Última Vez Que Vi Paris, ao lado de Van Johnson e Donna Reed.
Liz, como é mais conhecida, é reverenciada como uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos; a marca registrada são os traços delicados e olhos de cor azul-violeta, emoldurados por sobrancelhas espessas de cor negra. Celebridade cercada por intenso glamour e diva eterna dos anos de ouro do cinema norte-americano, é uma compulsiva colecionadora de jóias. Certa vez, o amigo, o mágico David Copperfield, convidou-a para uma das apresentações e fez sumir das mãos um dos anéis favoritos. Liz, simpaticamente, e ao gritos, divertiu a platéia manifestando um momento de desespero ao ver o anel sumir.
Ficou famosa também pelos inúmeros casamentos (oito ao todo), sendo o mais rumoroso o com o ator inglês Richard Burton, notório pelo alcoolismo, com quem se casou duas vezes e fez duplas em vários filmes nos anos 60, como o antológico Cleópatra, o dramático Quem tem medo de Virgínia Woolf?, em que ela ganhou o segundo Óscar, Os Farsantes e A Megera Domada.

Vencedora duas vezes do Óscar da Academia para Melhor Atriz (principal), o primeiro em 1960 pelo papel da call-girl de Disque Butterfield 8 (O Número do Amor). Nessa década, com o reconhecimento do prêmio máximo do cinema mundial, consagrou-se como a mais bem paga atriz do mundo.

Foi pioneira no desenvolvimento de ações filantrópicas, levantando fundos para as campanhas contra a AIDS a partir dos anos 80, logo após a morte de Hudson. A despeito de ter nascido fora dos EUA, em 2001 recebeu do presidente Bill Clinton, a segunda mais importante medalha de reconhecimento a um cidadão norte-americano: a Presidential Citizens Medal, oferecida pelos seus vários trabalhos filantrópicos. Nessa época se agravaram os problemas de saúde, ganhando peso e sendo levada a internações recorrentes em hospitais.

A atriz Elizabeth Taylor morreu aos 79 anos, nos Estados Unidos, em uma manhã de quarta-feira, 23 de março de 2011. Ela estava internada havia seis semanas no hospital Cedars-Sinai, Los Angeles, e faleceu em decorrência de complicações cardíacas.




Desde criança, Grace tinha um talento especial para artes dramáticas. Aos doze anos de idade, ela atuou em uma pequena peça chamada Don't Feed the Animals na Filadélfia. Em 1947, porém, foi rejeitada pela Bennington College (escola de artes localizada em Bennington, Vermont) devido às suas baixas qualificações em matemática. Kelly decidiu então seguir seu sonho de atuar em peças de teatro.
Em Nova York, Grace estudou na Academia Americana de Artes Dramáticas, onde já tinham estudado outros grandes atores, tais como Katharine Hepburn, Lauren Bacall e Spencer Tracy. Ela chamou a atenção do produtor de televisão Delbert Mann, o qual a chamou para alguns programas ao vivo. O sucesso na televisão levou Grace a conseguir o seu primeiro papel no cinema.

Em 1951, aos vinte e dois anos, Grace estreou no cinema em um pequeno papel no filme Fourteen Hours. Logo o produtor de Hollywood Stanley Kramer a chamou para mais um filme. No ano seguinte, ao fazer o par romântico com Gary Cooper em High Noon (Matar ou Morrer), Grace tornou-se muito popular.
Em 1953, trabalhou com Clark Gable e Ava Gardner em Mogambo, que contava a história de um caçador de gorilas africanos. Pelo filme, Grace ganhou o prêmio Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante e foi nomeada ao Oscar pela primeira vez, mas não conseguiu vencer.
Em 1954, Grace Kelly e James Stewart filmam Rear Window (Janela Indiscreta - 1954).


 Depois, Grace foi protagonista de Disque M para Matar, sob a direção de Alfred Hitchcock. Ganhou o Oscar pelo filme Amar é sofrer, no qual fez a esposa de um artista fracassado, interpretado por Bing Crosby.
Em 1955, ela fez ao lado de Cary Grant o filme Ladrão de Casaca, filmado em Mônaco. 

A estrada em que viria a falecer mais tarde aparece no filme. Nesse mesmo ano, voltaria a trabalhar com Hitchcock no clássico Janela Indiscreta. Voltou a atuar com William Holden em As Pontes de Toko-Ri. Em seu último filme, High Society (Alta Sociedade), de 1956, trabalhou com Bing Crosby e Frank Sinatra.

A carreira meteórica e cheia de sucesso de Grace Kelly foi interrompida de forma espontânea depois que ela conheceu o príncipe Rainier, em 1955, ao ser convidada pelo governo francês para participar do festival de Cannes. 
O conto de fadas se concretizou com o casamento dos dois. Rainier finalmente encontrou uma mulher, fato que garantiria a manutenção da independência de Mônaco após sua morte - sem herdeiros, o principado voltaria ao comando da França -, e Grace Kelly se casou com um pretendente que agradava aos pais. 

Longe das telas, mas não dos holofotes, Grace teve três filhos com Rainier: Caroline (nascida em 1957), Albert (1958) e Stephanie (1965). 

Apesar da vida de princesa em Mônaco, biógrafos e amigos relatam que a atriz não era muito feliz longe de casa e sentia falta da vida nos Estados Unidos. Ciumento, Rainier determinou que os filmes da mulher fossem banidos do principado. O conto de fadas terminou em 14 de setembro de 1982, quando Grace Kelly morreu em um acidente de carro em Mônaco, aos 52 anos. 





Enquanto conduzia seu automóvel pelas montanhas do Principado de Mônaco, a princesa Grace Kelly -- após um aparente mal-estar -- perde o controle do veículo, sai da estrada e desce uma ribanceira por 50 metros abaixo.




Nasceu na capital sueca, filha de mãe alemã e pai sueco. A sua mãe morreu quando tinha dois anos e pai, Justus Bergman, era um fotógrafo boémio que lhe transmitiu o amor pelo teatro.
Ingrid entrou para a Real Escola de Arte Dramática de Estocolmo e antes de terminar o curso estreou no cinema, levada por um caçador de talentos. Em dois anos participou de nove filmes na Suécia.
Já famosa no seu país, Ingrid foi levada para Hollywood em 1939 para estrelar a versão de um dos seus mais bem sucedidos filmes suecos, "Intermezzo". A partir daí, o mundo inteiro rendeu-se a uma grande atriz que tinha um estilo próprio que em Hollywood alguns diretores e produtores definiam com um glamour ao ar livre, que fazia com que ela intrepretasse da mesma maneira vibrante tanto uma camponesa como uma princesa.


Bergman foi três vezes premiada com o Oscar, sendo duas como Melhor Atriz (principal) e uma como Melhor Atriz (coadjuvante/secundária). O primeiro Oscar veio em 1944 com "À Meia-Luz", o segundo em 1956 com "Anastácia, a Princesa Esquecida", e o terceiro em 1974 como uma solteirona retraída em "Assassinato no Orient Express". Participou em numerosos filmes, incluindo clássicos do cinema americano, como Casablanca, ou do italiano, como Stromboli.
Cena do filme Por quem os sinos dobram.

Casou-se em 1937 com Petter Lindström , com quem teve uma filha, Pia. Em 1949 divorciou-se e casou com o diretor italiano Roberto Rossellini, uma união que causou muita polémica, pois ambos eram casados quando se apaixonaram e abandonaram as respectivas famílias para viverem juntos. Essa paixão fez com que Ingrid fosse acusada de adúltera e de mau exemplo para as mulheres americanas e levou-a a ficar anos sem filmar nos Estados Unidos. Com Rossellini teve três filhos: Roberto e as gêmeas Isotta Ingrid e Isabella, hoje a atriz Isabella Rossellini. Esse casamento durou até 1957, quando se divorciaram. Foi casada com Lars Schmidt de 1958 até 1975, quando também se divorciou.

Morreu no dia do seu aniversário, com 67 anos, depois de lutar seis anos contra um câncer nos seios e de fazer duas mastectomias. Em uma entrevista um ano antes de falecer, Ingrid disse que se recusava a se render à doença e que por isso continuava a fumar e a beber vinho e champagne.




Rita Hayworth (Margarita Carmen Cansino) nasceu em Nova Iorque, em 17 de outubro de 1918. Foi uma atriz norte-americana de ascendência hispano-irlandesa, que atingiu o auge na década de 1940 e tornou-se um mito eterno do cinema.
Rita era filha de Eduardo Cansino, natural de Castilleja de la Cuesta, e Volga Hayworth, chefes de uma famosa família de dançarinos ciganos espanhóis. Treinada profissionalmente, Rita subiu aos palcos pela primeira vez com doze anos de idade. Ao longo da adolescência, ela se apresentou várias vezes em cassinos na fronteira dos Estados Unidos com o México.

Primeiramente atraindo a atenção de produtores de cinema como parte da "Família Cansino de Dançarinos", Rita (ainda Cansino) assinou contrato com a Fox em 1935. Estreiou como coadjuvante em Sob o Luar dos Pampas (Under the Pampas Moon, 1935), um faroeste passado na Argentina, estrelado por Warner Baxter. Foi escalada para vários outros papéis pequenos, nos quais se destacou por seus dotes para a dança e por sua beleza. São dessa fase diversos filmes B, como Charlie Chan no Egito (Charlie Chan in Egypt, 1935), policial estrelado Warner Oland e os faroestes Barulho no Texas (Trouble in Texas, 1937), com o cowboy-cantor Tex Ritter e Soberanos da Sela (Hit the Saddle, 1937) com os Three Mesquiteers.

Em 1937, Rita casou-se com Edward Judson, seu empresário. Judson trocou seu nome para Rita Hayworth, mudou a cor do seu cabelo, de castanho para um tom de ruivo.
Por fim, sua sorte começou a mudar quando foi emprestada à MGM para fazer o terceiro papel feminino de Uma Mulher Original (Susan and God, 1940), de George Cukor, drama estrelado por Joan Crawford e Fredric March. No ano seguinte, novo empréstimo, agora para a Warner Bros., onde foi coadjuvante em dois filmes, um deles Uma Loura com Açúcar (The Strawberry Blonde, 1941), comédia de Raoul Walsh, com James Cagney e Olivia de Havilland. Ainda em 1941, foi emprestada à Fox para interpretar Doña Sol na superprodução Sangue e Areia (Blood and Sand, 1941), drama de Rouben Mamoulian, estrelado por Tyrone Power e Linda Darnell. Este filme lançou-a como o símbolo sexual por excelência de toda aquela década.

Nos anos que se seguiram, Rita brilhou em musicais da Columbia, como Ao Compasso do Amor (You'll Never Get Rich, 1941), Bonita Como Nunca (You Were Never Lovelier, 1942), ambos com Fred Astaire e Modelos (Cover Girl, 1944), com Gene Kelly, firmando-se como uma das maiores dançarinas das telas e a maior estrela romântica dos anos 1940. Porém, a chegada do sucesso profissional coincidiu com a crise em seu casamento, que acabou em divórcio em 1942.

Morreu na casa de sua filha, Yasmin, em Nova Iorque, aos sessenta e nove anos, vítima do mal de Alzheimer, do qual padecia desde a década de 1960, mas que só foi diagnosticado em 1980. 

Está sepultada no Cemitério de Holy Cross em Culver City, California.




E por último, mas não menos importante... Senhoras e senhores... Katharine Hepburn!

Uma lenda das telas, Katharine Hepburn ganhou o maior número de Oscars em toda a história do evento, quatro, como melhor atriz. Possui ainda um dos maiores números de indicações para o prêmio na categoria para melhor atriz, 12, sendo que Kate Hepburne só teve indicações como atriz principal.
Hepburn ganhou um Emmy em 1975 por seu papel em Love Among the Ruins, e foi indicada para outros quatro Emmys e também para dois Tonys durante os mais de setenta anos em que esteve envolvida com a arte de atuar.

Em 1999, o AFI escolheu-a como a maior actriz de todos os tempos, numa lista de 25, que incluía Bette Davis, Ingrid Bergman, entre outras. Hepburn teve um famoso e longo romance com Spencer Tracy, dentro e fora das telas, durante 25 anos. Fizeram nove filmes juntos.
Uma antiga empregada doméstica sua, Emma Faust Tillman, chegou a ser a pessoa mais velha do mundo a partir de 24 de Janeiro de 2007, com 114 anos.
Hepburn morreu em sua casa de Old Saybrook, no estado de Connecticut em 29 de Junho de 2003.
Cate Blanchett a interpretou no filme O Aviador (2004), cinebiografia do milionário Howard Hughes, do diretor Martin Scorsese.


Katharine era uma atriz magnífica, tinha presença total na tela. Você pode até se decepcionar com o filme, mas nunca com a atuação dela. 
Kate foi, e sempre será uma inspiração para todos!











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6 comentários:

  1. Todas super divas maravilhosas,pena não ter mais atrizes assim hoje em dia,beijos

    http://fashionvinteum.blogspot.com.br/

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    1. Realmente Mell...
      Obrigada pela visita! Volte sempre! Beijux...

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  2. Elas foram grandes divas. Uma pena que hoje em dia não temos mais atrizes como elas. Bjus!

    galerafashion.com

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    1. Verdade, Adri!
      Obrigada pela visita! Volte sempre! Beijux...

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  3. Oii lindona tudo bem ?
    então te indiquei numa tag.
    Maiores informações passe lá no blog: http://stephannysiiqueira.blogspot.com.br/

    Beijoos, aguardo suas respostas ♥

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